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Você, com certeza, já deve ter encontrado um site que constava na blacklist.

Trata-se de uma lista negra de URLs, ou seja, de domínios marcados como inseguros ou prejudiciais aos usuários a partir do seu envolvimento em atividades duvidosas.

Essas listas são alimentadas a partir dos:

  • sites de busca,
  • serviços de hospedagem,
  • fornecedores de antivírus,
  • outras entidades que trabalham pela segurança da internet.

Tais atividades suspeitas incluem negligência na proteção do próprio site contra a instalação de vírus e malware, bem como o envio não autorizado de e-mails (spam) com o objetivo de divulgar produtos, serviços e soluções.

Neste post, apresentaremos detalhes do blacklist, um problema sério que pode prejudicar o seu negócio e inviabilizar a presença da sua empresa na internet. Continue a leitura e conheça detalhes a respeito!

O que é uma blacklist?

A tradução para blacklist é lista negra.

Trata-se de uma ação cujo objetivo é informar aos usuários da internet que determinado site (URL) pode estar disseminando conteúdos ou softwares maliciosos.

Essa ação faz com que, antes mesmo de acessar o site, uma mensagem alerte sobre a falta de confiabilidade do endereço. Assim, o usuário pode decidir entre prosseguir ou ignorar o aviso, sendo esta última a escolha mais comum.

Como consequência, o site deixa de receber visitas e passa a ser observado com desconfiança, uma péssima situação para a reputação da marca.

Como saber se o seu site está na blacklist?

Um site é adicionado à blacklist quando os devidos cuidados com a segurança não são observados pelo desenvolvedor. Isso o torna vulnerável e passível de ser utilizado por hackers para a prática de crimes e golpes cibernéticos.

Também ocorre com empresas que fazem o uso de email marketing sem os devidos cuidados e desrespeitando a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

Para saber se o seu site está enquadrado nessa situação, basta acessá-lo e verificar se alguma das mensagens são apresentadas no seu processo de abertura:

  • página de ataque reportada,
  • perigo de malware à frente,
  • o site seguinte contém malware/programas nocivos,
  • este site foi relatado como inseguro.

Se essas mensagens estiverem sendo apresentadas antes da abertura do seu site, ele passou a fazer parte de alguma blacklist, portanto, ações precisam ser tomadas de forma imediata para contornar esse problema.

Maneiras de sair da blacklist 

A melhor maneira de trabalhar para que seu site não faça parte de alguma blacklist é construí-lo da maneira adequada, atendendo a todos os requisitos que garantam a segurança das informações.

Isso também inclui a responsabilidade de evitar práticas irresponsáveis de email marketing, como a compra de listas de endereços ou o envio de spam.

No entanto, caso essa situação tenha ocorrido, o primeiro passo está em realizar uma avaliação e remover possíveis softwares maliciosos que tenham se instalado na sua URL.

Será fundamental implementar recursos de segurança para prevenir futuras ocorrências, e caso o envio de e-mails em massa seja parte da sua estratégia de marketing, ele deverá ser suspenso.

Com essas ações, seu site deverá ser enviado para a análise da empresa que o incluiu na blacklist, como, por exemplo:

  • Google,
  • Fortinet,
  • Avast,
  • Kaspersky, etc.

Por fim, é necessário aguardar a análise. Em alguns casos, será preciso entrar em contato para apresentar a situação e, principalmente, os ajustes já realizados para a correção do problema.

Agora que você conhece mais sobre esse assunto que pode surgir a partir de erros estratégicos na construção ou utilização da URL da sua empresa, vale a pena ler nosso post que apresenta os benefícios de planejar um site nos mínimos detalhes!